Regiões distantes dos grandes centros urbanos raramente recebem o mesmo acesso a tecnologia educacional.
Em 2022, uma professora de escola pública no interior do Maranhão entrou em contato conosco. Ela tinha 34 alunos, nenhum laboratório de informática e um celular com dados móveis limitados. Queria aprender sobre assistentes de IA para ensinar seus alunos algo sobre o futuro que eles enfrentariam.
Esse contato mudou como pensamos sobre o que fazemos. Não basta criar cursos bons — é preciso garantir que eles cheguem a quem mais precisa deles, não apenas a quem já tem infraestrutura.
Desde então, estruturamos iniciativas concretas para ampliar o alcance do nosso conteúdo em comunidades com menor acesso à internet de qualidade e a dispositivos modernos.